Museu Propaganda Política

Skaf

MUSEU PROPAGANDA POLÍTICA

Paulo Antônio Skaf (São Paulo, 7 de agosto de 1955) é um empresário e político brasileiro, filiado ao Republicanos.

Skaf foi presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), do Instituto Roberto Simonsen (IRS) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SP). Tem uma sua trajetória ligada a entidades empresariais da indústria, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo (Sinditêxtil) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT). É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da presidência da República.

Biografia
Infância e formação
Paulo Skaf nasceu no bairro paulistano de Vila Mariana, filho de Antoine Skaf, imigrante libanês e proeminente empresário do ramo têxtil, e de Clotilde Habeyche Skaf. Iniciou seus estudos no Colégio Elvira Brandão e concluiu o segundo grau no Colégio Santo Américo.[5] Estudou administração na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Higienópolis, porém não concluíu o curso.

Começou a trabalhar com o pai ainda adolescente, mas logo seu espírito empreendedor fez com que trilhasse seu próprio caminho. Dedicado ao ramo têxtil, suas fábricas de médio porte tinham sede na Zona Leste de São Paulo. Anos depois, centralizou as fábricas em uma sede única, no município de Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba.

Durante 22 anos, dedicou-se ao setor têxtil, inicialmente junto do pai e depois por seu próprio caminho. Suas fábricas, de médio porte, eram descentralizadas: uma no Ipiranga, outra na Mooca e mais uma no Belenzinho. Como pensava em unificar a sede das empresas, e houve uma oportunidade de compra de um terreno na entrada de Pindamonhangaba, transferiu a sede delas bem como a sua própria família para aquela cidade.

Com a entrada dos produtos coreanos no Brasil e a queda de competitividade dos produtos de suas empresas, sentiu que era necessário tomar uma medida drástica e redirecionar seus negócios para outro ramo. Voltou-se para o setor industrial de construção para investimento.

Ter atividades na área imobiliária disponibilizou-lhe tempo para dedicar-se a uma outra arte de que também gostava muito: a política.[9]

Carreira sindical
Paulo, além dos negócios empresariais, destacou-se por sua liderança e inovação como dirigente de entidades do setor, como o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo (Sinditêxtil) e da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), por dois mandatos, onde desenvolveu importante trabalho na indústria de moda.

Em 25 de agosto de 2004 foi eleito, em primeiro mandato, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, do Ciesp, da atuação paulista do Serviço Social da Indústria (SESI), do Senai-SP e do Instituto Roberto Simonsen (IRS). Durante esse mandato, foi condecorado duas vezes pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador especial em março de 2005 e com a Ordem de Rio Branco no grau de Grande-Oficial suplementar em agosto do mesmo ano. Em 2011, por ampla maioria, foi eleito para um segundo mandato de mais quatro anos.

Na FIESP, sua gestão foi marcada por conquistas que buscam o crescimento sustentável do Brasil. O foco sempre foi lutar e obter as reformas estruturais capazes de oferecer à sociedade serviços públicos com qualidade, em especial nas áreas da educação, saúde e segurança. Assim, à frente da instituição, Skaf inovou com medidas como a implantação da educação em tempo integral e a articulação do ensino médio com o técnico. Atualmente, o SESI-SP é a maior rede de ensino privado do país. Em 2013, foi contabilizado 1,2 milhão de matrículas no Senai-SP e 150 mil no ensino regular do SESI-SP.

Atuou também no sentido de desonerar impostos, desburocratizar processos, aumentar investimentos na infraestrutura e ampliar mercados externos. Criou a política da “diplomacia empresarial”, ajudando a formação de recursos humanos qualificados para operar no setor privado em temas internacionais e micro e pequenas empresas a atuar no comércio exterior, contribuindo de forma decisiva para o fortalecimento da inserção internacional do Brasil.

Outro ponto marcante da sua trajetória foi o combate à CPMF. Instituída como taxação provisória a partir de 1997, o imposto foi abolido somente em 2007 após acirrada disputa no Senado.

Fonte – Wikipedia 

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